Governo avalia restringir acesso a crédito para empresas com denúncias de assédio eleitoral
O governo federal, em conjunto com o Ministério Público do Trabalho e o TST, estuda criar uma lista de empresas que praticam assédio eleitoral. O objetivo é aplicar sanções, incluindo a restrição de acesso a créditos públicos e financiamentos via rede bancária para infratores.

O que muda para a sua loja
O Ministério do Trabalho estuda criar uma lista para restringir crédito público e bancário de empresas com denúncias de assédio eleitoral, que somam 3.080 casos registrados pelo MPT. Lojas autuadas podem perder acesso a financiamentos para capital de giro e estoque via rede financeira.
Impacto por segmento
- E-commerce em geral
- Empresas listadas podem ter linhas bancárias bloqueadas pelo Banco Central, travando o caixa para compra de estoque.
O que fazer agora
- Revise os canais internos de comunicação com a equipe para garantir conformidade legal e proteger o acesso a crédito bancário.
O que a fonte diz
- O Ministério do Trabalho estuda a criação de uma lista de empresas que cometem assédio eleitoral, como pressão ou demissões por opiniões políticas.
- Empresas incluídas nessa lista poderão sofrer restrições de crédito público e via rede financeira, com auxílio do Banco Central.
- O Ministério Público do Trabalho registrou 1.140 denúncias de assédio eleitoral nos últimos três dias, totalizando 3.080 casos desde o início do período.


