Banco Central estuda novas regras para crédito de maior risco
O Banco Central informou que avalia a adoção de medidas macroprudenciais voltadas ao crédito de maior risco. A autarquia aponta que a digitalização dos serviços financeiros aumentou a exposição de consumidores de menor renda a ofertas de crédito, motivando o estudo de novas normas.

O que muda para a sua loja
O Banco Central estuda medidas para restringir o crédito de maior risco no ambiente digital, voltado a consumidores de menor renda. Em ago/2026, as concessões do cartão parcelado somaram R$ 17,5 bilhões. Se as emissoras reduzirem limites, a aprovação de compras no checkout diminui.
Impacto por segmento
- E-commerce em geral
- A perda de limite digital em clientes de menor renda barra pedidos no cartão e reduz as conversões totais da loja.
- Eletro e eletrônicos
- Consumidores que compram itens de tíquete médio maior enfrentam mais recusas em linhas digitais convencionais.
O que fazer agora
- Ative opções de parcelamento com desconto em folha para trabalhadores com vínculo formal atenderem pedidos sem depender do limite do cartão.
- Revise a taxa de recusa de pedidos no checkout para identificar clientes barrados por limite insuficiente.
Os números por trás
- R$ 17,5 bilhõesConcessões do cartão parcelado pelo emissor no mêsago/2026. -5,6% sobre jul/2026; +14,0% em 12 mesesBanco Central, SGS 20680
O que a fonte diz
- O Banco Central estuda implementar medidas macroprudenciais para controlar o crédito de maior risco no mercado.
- A autarquia identificou que a digitalização financeira facilitou o acesso de consumidores de menor renda a ofertas de crédito.
- O objetivo é monitorar os riscos associados ao aumento da oferta de crédito digital para esse público específico.


